• @_partilha

A Caridade como uma das formas de amenizar a desigualdade, assegurar direitos e criar oportunidades



Essa semana comemoramos o Dia da Caridade, e queremos ressaltar também que são essas ações sociais que fazem com que a gritante desigualdade seja minimamente amenizada, que os direitos básicos sejam assegurados às pessoas e que oportunidades sejam criadas.


“A Caridade é a doação voluntária de ajuda aos necessitados, como um ato humanitário” essa é a primeira definição de caridade que aparece quando você procura pela palavra no Google. E, com certeza você já a ouviu em diversos contextos, matérias de TV quando se pede doação, ou se relata movimentos sociais por aí, não é?


De fato, olhar para o outro e se importar com o problema dele a ponto de fazer alguma coisa para ajudá-lo é uma boa definição para a palavra que é um misto de sentir com agir. E que, normalmente, começa com práticas individuais e pontuais. Se reparar bem, a caridade vem atrelada a doação de roupa, sapato, comida e até esmola, quase sempre motivada por tragédias ou situações de extremismo (político, ambiental, social).


Mas, em qual momento esse tipo de caridade evolui para algo além do assistencialismo pontual? Quais as possibilidades de transformar essas vontades de ajudar em projetos maiores e até em formas de trabalho?


Antes de conversarmos sobre esse formato mais estruturado de caridade e trabalho voluntário, cabe dizer e registrar que não existe o jeito errado de ajudar as pessoas ou de ser caridoso. Existem vários formatos de ajuda, diferentes necessidades, públicos e ideologias quando o assunto é ajudar o próximo e todos são válidos e agregam na vida das pessoas de alguma forma.


O que queremos retratar aqui é que é possível sim trabalhar a caridade em algo capaz de transformar vidas, mudar realidades e quebrar ciclos. Exemplos disso são os infinitos projetos sociais que trabalham de diferentes formas (educação, cultura, lazer, esporte) com pessoas em situação de vulnerabilidade social por todo o mundo.


Mas, para que isso aconteça é necessário uma sequência de ações como: diagnóstico do lugar onde o trabalho vai ser realizado, levantamento das necessidades, construção de um plano de ação, desenvolvimento de programas e projetos focados em solucionar problemas reais e tudo isso sendo aplicado por pessoas preparadas para lidar com as técnicas e pessoas envolvidas em cada parte do processo.


Lindo seria se todo programa/negócio social nascesse estruturado dessa forma. Sabemos que na vida real, as coisas acontecem “como dá”, as dores são tão grandes que o mais importante se torna fazer e não organizar. Mas, é inevitável que o projeto passe por essas fases para que consiga escalar resultados e alcançar mais pessoas.


No Dia da Caridade, queremos ressaltar também que são essas ações sociais que fazem com que a gritante desigualdade seja minimamente amenizada, que os direitos básicos sejam assegurados às pessoas e que oportunidades sejam criadas.


Aqui na Partilha ser caridoso faz parte do nosso DNA, o começo do trabalho com o terceiro setor veio de experiências pessoais da nossa equipe e isso é refletido diariamente com os programas criados e gerenciados pela empresa e até em ações institucionais voluntárias da empresa como o Reparte - nosso programa gratuito voltado a escolas públicas e instituições sociais.


E você, já tinha pensado em como a caridade é a força motora para tanta coisa?


6 visualizações0 comentário